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De rios poluídos a jardins flutuantes

Para despoluir um rio é preciso criar um grande projeto, que costuma ser caro e só alcança algum resultado em longo prazo. Um exemplo disso é o Rio Tâmisa, em Londres, Inglaterra, que levou mais de 150 anos para ser despoluído, após o gasto de bilhões de libras. No entanto, um novo sistema ecológico, criado na mesma terrinha do Tâmisa, garante despoluição de rios, preservação da paisagem natural, e tudo isso com baixo custo.

São projetos como o Biomatrix que nos fazem acreditar num mundo melhor. Esse sistema ecológico é uma obra de engenharia flutuante de baixo custo que pode ser instalada em reservatórios, canais e lagos contaminados.

Além de transformar rios poluídos em jardins flutuantes, o sistema ainda pode ser adaptado para outros fins: como pontes flutuantes, ilha de habitat de pássaros, passarelas, obras de arte públicas ou sítio de ancoragem de barcos (sempre integrados ao sistema de tratamento). A instalação do sistema não prejudica a fauna e flora aquáticas, mas proporciona mais qualidade de vida para o habitat de inúmeras espécies.

Alguns locais do mundo já aderiram ao sistema. A cidade de Manila, na Filipinas, por exemplo, revitalizou o Canal Paco, que era repleto de esgoto e lixo, o que tornava o local inviável para caminhar e expunha as pessoas ao perigo de contrair doenças.

Foi instalado no canal um sistema de ilhas com mais de 110 metros quadrados, acompanhado da revitalização do entorno. Veja abaixo foto do antes, do processo e do depois:

 

Também houve a aplicação do sistema na restauração de um rio. Através da tecnologia foi possível trazer vida de volta ao lugar. Veja:

 

Confira o vídeo que explica como funciona o Biomatrix:

Biomatrix Water Technology  from Biomatrix Water Solutions on Vimeo.

Fonte: Hypeness